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Um Tabu chamado Network Marketing…
Um Tabu chamado Network Marketing…

Um Tabu chamado Network Marketing…

Muitas pessoas me perguntam o que ando a fazer ou “o que é isso” da RedeSucessos…

Mas curiosamente são as pessoas que mais estaria à espera que mo perguntassem, pois ou me são mais próximas ou sabem um pouco mais sobre o projecto que muitas vezes não perguntam… é como se fosse um assunto tabu ou um elefante branco (talvez devesse ter-me candidatado para discursar amanhã na TEDx Lisboa com este tema, já que o tema são elefantes na sala…)… não sei se pensam que eu não estou a fazer nada, ou que o projecto não pode ser considerado “um projecto” ou uma actividade como outra qualquer…  e como tal paira a pergunta ou parece mal perguntar “quando afinal decides o que queres fazer”… Mas se eu já decidi que o projecto da RedeSucessos e o Coaching são as minhas duas prioridades profissionais, então porque é que não acreditam?

Penso que isto é um estado comum, amigos e companheiros de projecto sentiram ou sentem o mesmo e isto tem-me feito pensar um pouco sobre o assunto, nomeadamente tem-me feito colocar algumas questões:

  • Será que ainda não expliquei bem o projecto RedeSucessos?

Pois bem, trata-se de um projecto de pessoas, porque se trata de trabalhar diariamente num verdadeiro espírito de equipa e de liberdade com responsabilidade, onde cada um dá o contributo que quer ou pode e colhe directamente os resultados (sejam eles financeiros, aprendizagens e emocionais), de acordo com o nível de responsabilidade que quer colocar nas coisas que faz, mas acima de tudo, cada um é livre e totalmente responsável pelo que colhe. Diariamente somos “obrigados” (se queremos crescer enquanto pessoas e consequentemente no projecto, pois sem ser desta forma é muito difícil, para não utilizar o termo impossível), a olhar para nós, para os nossos medos, desafios, crenças e dar um passo em frente. A equipa depende de cada um de nós e nós da equipa e só crescendo conseguimos mantê-la a funcionar de forma sustentável..

Nunca mais me esqueço de uma frase que ouvi de uma das pessoas que mais admiro no projecto, José Bobadilla: “o projecto tem a porta larga, toda a gente pode entrar, independentemente dos estudos que tem, do dinheiro ou do nome de família… mas apesar da porta ser larga, ela é muito baixa e só com bastante humildade e pouco ego é que se consegue ter sucesso neste projecto de vida e efectivamente alcançar a tão desejada liberdade financeira, que nos permite trabalhar no que gostamos, mas sem pressão de tempo ou dinheiro.

  • Se digo que o projecto é um projecto de pessoas porque me perguntam constantemente: andas a vender? Como vai o negócio dos produtos?

Sim, também vendo, ou melhor, recomendo produtos, como já o fazia anteriormente, nomeadamente numa das minhas áreas de paixão – treino e nutrição. Produtos que eu própria consumo, que me permitiram tornar-me mais saudável, por exemplo ao substituir qualquer medicação química que tomava para a asma e gastrite por suplementação orgânica e natural. Produtos qualificados pela Euromonitor, entre outros, como dos melhores do Mundo. Quem me conhece há anos sabe o quanto adoro esta área, o quanto gosto de estar informada sobre o assunto e o quanto já antes recomendava produtos, exercícios, receitas e suplementos que gostava e sobre os quais fui aprendendo ao longo dos anos. Qual é a diferença agora?  Será o facto de a suplementação que tomo e os produtos que consumo serem adquiridos na minha loja? Ou o facto de esta loja ser online? É que isto parece fazer confusão a muita gente, de tal forma que, não vêem o poder adquirir produtos de excelente qualidade e terem informação mais detalhada de alguém em quem podem confiar, como algo positivo.

Por mais que eu explique que não se trata de um negócio de vendas, parece-me notório o espanto das pessoas, nomeadamente as mais próximas, que olham como quem pergunta: mas tu abandonaste um cargo elevado numa multinacional de consultoria para venderes produtos? É curioso como existe um preconceito enorme em relação a vendas ou negócios em rede, como se nenhum de nós gastasse dinheiro em redes numa base diária, desde que acorda até à noite – todos compramos em lojas, em supermercados, usamos o facebook… de tal forma que as pessoas mais próximas parecem sentir que não estou a fazer nada, “isto não pode ser a actividade ou projecto dela”.

Mas não sendo um negócio de vendas, ainda assim eu vou mais longe… e se fosse? E se eu quisesse ter abandonado a minha carreira para vender produtos? Não serei eu a total responsável por esta decisão e pelas consequências da mesma? Não estarei eu no direito de a tomar ou isto é problema/ responsabilidade de mais alguém e só eu não estou a ver?

E vou ainda mais além… sou menos amigo, menos credível, menos responsável porque decidi mudar de vida, para uma coisa que é menos “fashion”? “fancy”? “posh”? “digna”? Eu sei que não é por mal e as pessoas mais próximas só querem o nosso bem (assim o espero… :P)… e que isto é no fundo um espelho dos desafios e receios das pessoas e do amor e medo de que algo não me corra bem, pois é incerto, não é um trabalho convencional ou é “menos comum”… afinal, o medo é o oposto do amor e não o ódio, não é verdade?

Eu poderia utilizar o cliché de dizer que sou o mesmo, mas de facto não sou… sou actualmente melhor pessoa, mais consciente de quem sou, do que quero, do que sinto e do quanto tenho a aprender e a crescer… mas sem duvida mais feliz. Sinto-me dono da minha vida e apesar de sempre o ter sido, tive muitos momentos no passado em que não me senti como tal, mas sim como um hamster a correr na roda, cada vez mais rápido, mas sem sair do lugar. Agora sim, vejo luz ao fundo do túnel e os meus olhinhos brilham diariamente com o que faço e na forma como impacto pessoas e elas me impactam a mim…

Viva todos os projectos que nos permitem ir na direcção da auto-consciência e crescimento pessoal. É esta a direcção que todos os dias me faz querer levantar da cama. E sim, eu estou bem de saúde, obrigada!! 

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